Coleta da Campanha da Fraternidade este ano será de modo virtual

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Todos os anos, no Domingo de Ramos, a Igreja no Brasil realiza a “Coleta da Solidariedade” como gesto concreto do tempo da Quaresma, mobilizando os fiéis de todo o país para a colaboração com projetos de ordem social em níveis nacional e diocesano. Este gesto é comumente realizado com a distribuição de envelopes que são devolvidos com os donativos no ofertório da missa que dá início à Semana Santa.

Porém, este ano, em vista da pandemia da Covid-19, a CNBB enviou carta aos bispos e dioceses orientando a sobre a nova modalidade de arrecadação dos donativos de modo virtual, que acontecerá no dia 28 de março:

1) Para a Coleta Nacional da Solidariedade, a ser realizada no dia 28 de março, não teremos os tradicionais envelopes.
2) Como no ano passado, os fiéis que desejarem poderão fazer suas doações por meio do
site doe.cnbb.org.br. Ali é possível identificar a Diocese a qual ele pertence de modo
que os 60% de sua doação serão repassados aquela Igreja particular
3) No site campanhas.cnbb.org.br temos todo material para formação
4) Também no canal das Edições CNBB no YouTube temos três vídeos que ajudam a
conhecer um pouco mais o tema proposto.

Para qualquer informação e esclarecimento de dúvidas entre em contato pelo e-mail
[email protected]

Saiba mais sobre esta Coleta

A Coleta da Solidariedade é parte integrante da CF – Campanha da Fraternidade. Diz o texto-base:

“A Campanha da Fraternidade se expressa concretamente pela oferta de doações em dinheiro na coleta da solidariedade, realizada no Domingo de Ramos. É um gesto concreto de fraternidade, partilha e solidariedade, feito em âmbito nacional, em todas as comunidades cristãs, paróquias e dioceses. (…) O gesto fraterno da oferta tem um caráter de conversão quaresmal, condição para que advenha um novo tempo marcado pelo amor e pela valorização da vida”.

É bom ressaltar que é uma coleta. Portanto, não é imposto, nem taxa, nem pagamento. Estes se caracterizam pela obrigatoriedade. A coleta tem a marca da doação. O discernimento sobre o dar e quanto dar recai sobre a consciência do doador. É ele que decidirá sobre a causa e os destinatários da coleta. O apóstolo São Paulo, na segunda carta aos Coríntios, capítulos 8 e 9, motiva os cristãos daquela cidade para fazerem uma coleta para as comunidades de Jerusalém que estavam passando por uma grande necessidade. Assim os motiva: “”Que cada um dê conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar nem constrangimento, pois “Deus ama quem dá com alegria” (2 Cor 9,7).

A quem se destina?

Os destinatários da Coleta da Solidariedade são as pessoas mais pobres. A coleta não é partilhada para pessoas individuais, em ajudas individuais, mas somente através de projetos comunitários. Quando faço a minha doação, não conheço os beneficiados, mas posso ter a certeza que são pessoas que precisam de ajuda. Aqui valem os ensinamentos de Jesus: que a mão direita não saiba o que fez a esquerda; não dar para ser visto e elogiado pelos outros.

A destinação e o gerenciamento dos recursos doados acontecem da seguinte maneira. Determina o texto-base da CF:

“Do total arrecadado pela Coleta da Solidariedade, a Diocese deve enviar 40% ao Fundo Nacional de Solidariedade (FNS), gerido pela CNBB. A outra parte 60% permanece nas Dioceses para atender projetos locais, pelos respectivos Fundos Diocesanos de Solidariedade (FDS)”.

Com informações da CNBB.

 

 

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