As vozes emocionadas dos pobres que compartilham fé, alegria e dor com Francisco

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São histórias de queda e elevação graças à misericórdia de Cristo que alguns dos 500 necessitados contaram ao Papa durante o encontro na Porciúncula, em Assis. Vidas sofridas e redimidas, do Afeganistão à Polônia, da França à Espanha, da Romênia à Itália.

Alessandro Di Bussolo – Vatican News

O encontro de oração do Papa Francisco com os pobres na Porciúncula é como uma ponte de acolhimento longa mais de 800 anos que conecta, o que o Pobrezinho de Assis testemunhava junto com os primeiros frades, Clara de Assis e a fé, ao drama dos pobres de hoje ao lado do Pontífice. No gesto dos três pobres que entregam o manto ao Papa no adro da Basílica de Santa Maria dos Anjos é como se realmente existisse o jovem Francisco que ainda não abraçou a cruz e começou a consertar a Igreja de Cristo.

O manto que São Francisco doa ao nobre caído

Em 1204, o filho de Pietro di Bernardone é um jovem inquieto, vaidoso e bem vestido, mas também sensível e generoso, como conta São Boaventura e, ao encontrar um nobre caído, tem “piedade dele”. Ele tira o lindo vestido que acabou de comprar para si com o dinheiro de seu pai comerciante e o dá ao cavaleiro.

Com Jennifer, Luciano e Abrhaley o primeiro abraço

O jovem Francisco reaparece em Jennifer Amadin da Associação Madalena, ligada ao Irmão, movimento francês que desejou fortemente este encontro, que depois da doação do manto, lê uma saudação ao Papa, escrita numa folha de papel. Luciano, um romeno que mora em Roma, ajudado pela Caritas, digitou o que deveria dizer ao Papa num telefone celular. O terceiro foi Abrhaley Tesfagergs Habte. Ele é um refugiado cego da Eritreia que oferece a Francisco o bastão do peregrino e aperta sua mão. O Papa reza com ele e escuta sua história que vem do coração.

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